Quadro Francis Pelichek
Ano: 2026
Classificação: DOCUMENTOS
Procedência: Doação
Status: Regular
Nº inventário: SC III 0041
Descrição
Premiação recebida pelo José Chies por sua participação na grande Exposição Pastoril e Industrial promovida pela Federação das Associações Rurais do Rio Grande do Sul sob o patrocínio do Exmo. Sr Interventor Federal, Gal. J. A. Flores da Cunha. Prêmio de terceiro lugar ao Expositor Coop. União Colonial. A gravura ao fundo é uma impressão da Livraria do Globo de uma obra de Francis Pelichek.O quadro é de um grande valor por ter sido uma gravura impressa de uma obra de Francis Pelichek. Segundo informações obtidas no MARGS, Francis Pelichek nasceu em Praga em 1896 e veio para o Brasil em 1920. Depois de passar pelo Rio de Janeiro e Curitiba, fixou-se em Porto Alegre. Em 1922, foi contratado pelo Instituto de Belas Artes, onde lecionou durante quinze anos.
Profundamente identificado com o Rio Grande do Sul, naturalizou-se brasileiro e costumava proclamar-se “neto dos farroupilhas”. Voltou-se para os temas regionais, retratou paisagens, cenários urbanos e tipos populares que habitavam o centro de Porto Alegre. No velho sobrado na Rua da Praia, onde montou seu atelier, Pelichek recebia alunos e artistas, pintava e desenhava charges para o Correio do Povo e para a Revista do Globo, que eram assinadas por “Peli”.
Boêmio, de personalidade empolgante e carismática, integrou-se nas rodas intelectuais e artísticas da cidade. Foi amigo dos escritores Mario Quintana e Augusto Meyer e dos pintores Ângelo Guido e João Fahrion. Faleceu em agosto de 1937, em conseqüência de uma cirurgia. Não possuía parentes no Brasil. Por esse motivo, legou ao Instituto de Belas Artes todo o seu arquivo e suas obras.
Além da importância da gravura por ser uma obra deste renomado artista, temos que ressaltar que premiação foi durante a Exposição Pastoril e Industrial promovida pela Federação das Associações Rurais do Rio Grande do Sul, instituição esta fundada na década de 20 e que é uma das mais antigas federações de entidades regionais. Pela importância na condução dos anseios do setor primário do Rio Grande do Sul, em 1929, por meio do Decreto 4.306, assinado pelo Presidente Getúlio Vargas, a Farsul foi declarada de utilidade pública por representar
Profundamente identificado com o Rio Grande do Sul, naturalizou-se brasileiro e costumava proclamar-se “neto dos farroupilhas”. Voltou-se para os temas regionais, retratou paisagens, cenários urbanos e tipos populares que habitavam o centro de Porto Alegre. No velho sobrado na Rua da Praia, onde montou seu atelier, Pelichek recebia alunos e artistas, pintava e desenhava charges para o Correio do Povo e para a Revista do Globo, que eram assinadas por “Peli”.
Boêmio, de personalidade empolgante e carismática, integrou-se nas rodas intelectuais e artísticas da cidade. Foi amigo dos escritores Mario Quintana e Augusto Meyer e dos pintores Ângelo Guido e João Fahrion. Faleceu em agosto de 1937, em conseqüência de uma cirurgia. Não possuía parentes no Brasil. Por esse motivo, legou ao Instituto de Belas Artes todo o seu arquivo e suas obras.
Além da importância da gravura por ser uma obra deste renomado artista, temos que ressaltar que premiação foi durante a Exposição Pastoril e Industrial promovida pela Federação das Associações Rurais do Rio Grande do Sul, instituição esta fundada na década de 20 e que é uma das mais antigas federações de entidades regionais. Pela importância na condução dos anseios do setor primário do Rio Grande do Sul, em 1929, por meio do Decreto 4.306, assinado pelo Presidente Getúlio Vargas, a Farsul foi declarada de utilidade pública por representar
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Prêmios
Informações Técnicas
- Status:
- Regular
- Nº inventário:
- SC III 0041
- Classificação:
- DOCUMENTOS
- Procedência:
- Doação
- Medidas:
- L: 66,5cm
- Data atribuída:
- 01/04/2008